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Quando Marcel, idealizador da Moloko, descobriu o que queria ser quando crescesse já tinha 30 e poucos anos – designer! Ele tinha habilidades com o design gráfico e fervilhava de idéias que acreditava terem potencial. O manifesto “hoje é melhor do que ontem e a ordem é seguir em frente” direciona seus planos para o aumento do mix de produtos – além de moda, também pretende criar itens de mobiliário e decoração. Saiba mais desse projeto adepto do Slow Design que criou uma carteira de origami cheia de estilo: 

Conta para gente como surgiu a ideia da marca?
Quando surgiu a resposta, tardia porém bem acertada, “quero ser designer quando crescer”, por motivos nobres acho eu, estava com meus 30 e poucos anos. Já tinha habilidades com o design gráfico e fervilhava idéias que acreditava ter potencial para realizar, mas antes de validá-las, fui fazer alguns deveres de casa que achava serem importantes. Nessa lista, criar uma marca com identidade bem forte, era um pilar importante para mim.
Tinha o nome já guardado comigo há um bom tempo, do filme Laranja Mecânica. Moloko é o nome do drink servido para o protagonista. Quando fui desenvolver a logo, juntei referências do artista e escultor Jeff Kons (o seu Dog Ballon), e do artista de street art Kaws. Para finalizar o universo visual, trouxe a querida fonte Helvetica e as cores preta e branca.

Quem faz parte da marca hoje?
Aquela história do “faça você mesmo” junto com uma abordagem de startup, de ser uma operação enxuta, sou uma empresa de uma pessoa apenas. No momento consigo sozinho idealizar, manufaturar e comercializar todos os produtos da Moloko.

Qual a principal inspiração da marca?
Hoje tenho mais certeza sobre o posicionamento e contexto em que a marca participa, percebendo oportunidades e principalmente realizando novas ideias. Uma vez li: pense global e haja local. Ou seja, a inspiração está atrás das informações, do que realmente acontece no mundo, e então observar, aspirar e devolver algo único.

Como são feitos os produtos?
Tecnicamente existem processos, estratégias e execução, isso na ótica do bom marketing. Mas agora entra o tal do design na história, da forma e função, de querer entregar algo que participe e faça a diferença na vida das pessoas, produtos que o mundo se adapte, disruptivos. Quando desenvolvo uma ideia penso no macro, na comunicação, embalagem, parceiros de produção, no perfil do cliente o que realmente é necessário pra viabilizar o projeto. Tenho meu próprio processo, sempre em busca das melhores soluções.

O que mais você valoriza nos seus produtos?
Valorizo a história dos meus produtos, resultado de todo o meu processo de criação. Acredito no slow design, hoje tão difundido. E a história que os meus produtos contam faz com que eu me conecte com as pessoas, crie um relacionamento mais próximo, tendo o bom design como mediador dessa relação.

Os assinantes podem encontrar seus produtos também em lojas físicas?
Sim! Nas seguintes lojas:
– Fábrica Augusta
– Casulo Coletivo Goiania
– Conto Coletivo Piracicaba

Aceita encomendas deste ou de outros trabalhos? Como os assinantes devem fazer?
Nos contatar pelo site.

Qual técnica foi usada na produção da carteira?
No produto temos, corte laser, dobradura origami, técnica de dublagem de tecido exclusiva.

Quais músicas que você acha que tem tudo a ver com os copinhos?
Sticky Fingers – How to Fly
José Gonzáles – Stay Alive
Xavier Rudd – Follow the Sun

Nome dos envolvidos: Marcel Moura
Origem: São José do Rio Preto|SP
Produto: Carteira Pocket Black Full
Tipo: Uso pessoal

E-mail para contato: marcel@mondomoloko.com.br

Saiba mais em:
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Beatriz Figueiredo

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Produtora de conteúdo criativo